
***(1958-+25/06/2009)

***(1958-+25/06/2009)

***O ministro Carlos Britto (presidente do TSE) acompanhou o voto do presidente do STF, Gilmar Mendes...
***Sindicatos de Jornalistas defendem Lei da Ditadura e querem contribuição sindical...
O ministro Carlos Britto foi um dos que votou pelo fim da exigência do diploma de jornalismo. O julgamento aconteceu no Supremo Tribunal Federal no dia 17 de julho deste ano. Além de concordar que a bagagem intelectual e ética do profissional vão além do diploma, Britto também discursou sobre o conceito de liberdade de expressão. Clique aqui para ler o voto.
“DIPLOMA NÃO SALVAGUARDA A SOCIEDADE...”
Para o ministro, quem quiser cursar uma faculdade para adquirir o diploma tem liberdade para isso e só tem a ganhar com a formação. Segundo ele, o que não pode ocorrer é que profissionais diplomados monopolizem o direito de exercer a profissão, frente a pessoas que possuem vocação para o jornalismo, mesmo sem o certificado. "A exigência do diploma não salvaguarda a sociedade a ponto de justificar restrições à liberdade de exercício da atividade jornalística, expressão sinônima de liberdade de imprensa."
DIREITO CONSTITUCIONAL
Para justificar seu voto, Britto defendeu o conceito de liberdade de imprensa, que ele entende ser "peculiaríssimo". "O regime jurídico constitucional da liberdade de imprensa é exclusivo, não há como fazer a menor comparação com qualquer outra matéria versada pela Constituição." Para o ministro, a idéia se justifica no tratamento da matéria pelo nome de "comunicação social", ou seja, aquela dirigida a toda a sociedade.
“LIBERDADE DE IMPRENSA É DIREITO ABSOLUTO”
Argumentando contra o voto de Menezes Direito, que defendeu o diploma, Britto afirmou que entende a liberdade de imprensa como direito absoluto, comparado ao da proibição da tortura e da extradição de brasileiros de seu próprio país.
EXEMPLO DE GRANDES ESCRITORES E JORNALISTAS
O ministro citou famosos escritores brasileiros como Carlos Drumond de Andrade, Vinicius de Moraes e Otto Lara Rezende que não poderiam ter trabalhado como jornalistas se tivessem sido obrigados a apresentar o diploma, que não tinham.
MINISTRO GILMAR MENDES
A polêmica do diploma
A decisão do Supremo ratificou liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes em novembro de 2006, que garantia o exercício da profissão por aqueles que não são formados em jornalismo. Os ministros se debruçaram sobre recurso apresentado pelo Ministério Público Federal e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no estado de São Paulo. Prevaleceu a alegação do MPF de que o jornalismo é uma atividade intelectual, que prescinde de obrigação de formação superior.
LEI DA DITADURA
A polêmica em torno da necessidade de diploma de jornalismo para o exercício da profissão esteve presente na imprensa desde a edição do Decreto-Lei 972/69 — em plena ditadura militar — que regulamentou a atividade, mas ganhou força em outubro de 2001, quando o Ministério Público entrou com ação para derrubar a exigência de diploma.
JUÍZA CARLA ABRANTKOSKI RISTER
No dia 23 de outubro de 2001, a Justiça deu liminar para suspender a obrigação de ter diploma de curso de jornalismo para a atividade jornalística. A decisão foi da juíza da 16ª Vara Cível de São Paulo, Carla Abrantkoski Rister. Ela acolheu argumento do procurador da República André de Carvalho Ramos de que o decreto que regula a profissão não foi recepcionado pela Constituição de 1988. A exigência foi cassada.
SINDICATOS DEFENDEM LEI DA DITADURA
A União e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) recorreram ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. No final de 2005, a 4ª Turma do tribunal derrubou a sentença de primeira instância e restabeleceu a obrigação dos jornalistas terem curso superior na área específica. O relator da matéria, desembargador Manoel Álvares, entendeu que o Decreto-Lei 972/69 foi sim, recepcionado pela Constituição. Foi a vez, então, de o MPF recorrer ao Supremo e sair vitorioso.
***Autora: Por Fabiana Schiavon, do: http://www.conjur.com.br
***O texto foi adeptado por...
***Abelardo Jorge 9957- 6033:."Nós acreditamos em Deus e seus profetas": We believe in God and his prophets , Creemos en Dios y sus profetas, Noi crediamo in Dio e la sua profeti, Nous croyons en Dieu et en ses prophètes,Wir glauben an Gott und seinen Propheten ,Πιστευουμε στο Θεο και του προφητες, ونحن نؤمن بالله وبلدة الأنبياءابيلاردو خورخي ....Leia mais nos links: http://www.amazoniaviva.zip.net/, http://www.brasiline.zip.net/, http://www.globorondonia.blogspot.com/, http://www.agloborondonia.blogspot.com/

***O presídio Urso Branco já foi alvo de denúncias da OEA, palco de chacinas e suspeitas de corrupção ou eventuais crimes sucessivos envolvendo agentes públicos, agentes penitenciários, integrantes das forças policiais...
Representantes do Ministério Público Federal e Ministério Público de Rondônia estiveram terça-feira (23/06) no presídio Urso Branco para verificar a instalação de seis detectores de metal e um equipamento de raio-X na unidade prisional. O procurador da República Ercias Rodrigues de Sousa e a promotora de Justiça Andréa Waleska Nucini Bogo (foto) cobraram da direção do Urso Branco mais agilidade na instalação dos equipamentos de segurança.
DEPEN
Segundo o procurador, os dispositivos vieram do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e são fundamentais para evitar que celulares, drogas e armas brancas ou de fogo entrem naquela unidade prisional. “Outra ponto importante é que as revistas vexatórias deixarão de ser necessárias. Atualmente esta prática ainda é feita e é motivo de constrangimento, principalmente para as mulheres”, disse.
SALAS DE AULA
Outro problema verificado é a ausência de salas de aula suficientes para os presos que querem e necessitam aproveitar o tempo de reclusão para aprender a ler e escrever ou avançar nas séries escolares. “A promoção de atividade educativa para os presos é fundamental. Este assunto já está sendo objeto de averiguação e acompanhamento por parte dos Ministérios Públicos”, afirmou o procurador Ercias Rodrigues.
Fonte: MPF/RO (www.prro.mpf.gov.br)
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O diretor-geral do Hospital de Base-HB de Porto Velho, Amado Rahhal, reiterou nesta segunda-feira (22/06) críticas contra o que pode configurar inadimplência da prefeitura de Porto Velho na execução da atenção básica, saúde da família ou atendimentos de baixa complexidade. “Das 4.925 internações feitas no Hospital de Base-HB entre janeiro e maio deste ano, 3.954, ou seja, 80,28% pacientes residem em Porto Velho, onde não existe um hospital municipal. No mesmo período, houve apenas 971 (ou 19,72%) internações de pacientes dos municípios do interior. Estatísticas provam que a prefeitura da capital é responsável pela superlotação do HB, hospital e Pronto Socorro João Paulo II e o hospital infantil Cosme e Damião”, disse.
ATENDIMENTOS DE BAIXA COMPLEXIDADE NO HB
Amado Rahhal disse que a prefeitura não cumpre integralmente a Atenção Básica e a Saúde da Família. Exemplificou: “Entre janeiro e maio foram feitas 648 mamografias; 12.131 exames de Raios-X; 6.050 ultra-sonografias. Estes exames são de responsabilidade da prefeitura”, disse.
DINHEIRO DAS HIDRELÉTRICAS
Amado Rahhal disse que no prazo de quarenta dias o governo Ivo Cassol vai investir verbas do estado, somadas aos R$ 18 milhões de repasses de construtoras responsáveis pela construção da hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira, na construção de uma clínica médica com 70 leitos; unidade de Oncologia, Radioterapia, Quimioterapia e Braquiterapia; reforma no estacionamento interno e externo; construção de uma cozinha; construção de auditório; biblioteca; salas de aula; alojamento; lavanderia; sistema de esgoto e local para lixo hospitalar. “Onde a prefeitura de Porto Velho vai investir os R$ 18 milhões que recebeu pela construção das hidrelétricas?”, questionou Amado Rahhal.
RÉPLICA DA PREFEITURA
A réplica do prefeito Roberto(PT) aconteceu durante sua participação no programa “A Hora do Povo”, na rádio Cultura FM. Sobrinho fez críticas “virulentas” contra o governador Ivo Cassol e disparou: “O governador não arrumou um tostão para a cidade de Porto Velho, na área de Saúde”.
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